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Imprensa destaca ousadia e sensibilidade de "SE EU FOSSE VIVO... VIVIA", novo filme de André Novais Oliveira, exibido no Festival de Berlim
Produção da Filmes de Plástico recebe elogios da crítica e amplia trajetória em festivais internacionais
Publicado em 27/03/2026 14:55
CINEMA
A produção da Filmes de Plástico, se destaca pela delicadeza com que aborda o amor e o luto. - Foto: Divulgação

Após sua estreia no Festival de Berlim, SE EU FOSSE VIVO... VIVIA, novo longa escrito e dirigido por André Novais Oliveira, começa a receber elogios da crítica especializada e segue ampliando sua trajetória internacional.

A produção da Filmes de Plástico, mesma de Marte Um (2024), se destaca pela delicadeza com que aborda o amor e o luto, além da ousadia formal ao combinar crônica cotidiana, humor e elementos de ficção científica. O filme foi selecionado para a edição de 2026 do Festival Internacional de Cinema de Cartagena das Índias (FICCI), onde fará sua estreia latino-americana entre os dias 14 e 19 de abril. Na sequência, também integra a programação do Jeonju International Film Festival (JIFF), marcando sua estreia asiática entre 29 de abril e 8 de maio, reforçando a presença do filme no circuito internacional.

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O longa marca também a estreia da consagrada escritora Conceição Evaristo no cinema, interpretando Jacira. Ela divide o protagonismo com Norberto Novais Oliveira, pai do diretor e presença recorrente em seus filmes. O elenco conta ainda com Jean Paulo Campos, conhecido como Cirilo da novela Carrossel, e Tainá Evaristo, sobrinha de Conceição Evaristo, que interpretam o casal na juventude.

SE EU FOSSE VIVO... VIVIA acompanha um casal que atravessa cinco décadas de vida juntos. Quando Jacira é internada repentinamente, Gilberto passa a vivenciar acontecimentos perturbadores que o conduzem por uma inesperada espiral através do tempo e do espaço.

Confira um pouco da repercussão do filme: 

"Novais Oliveira se afirma não apenas como uma voz do cotidiano e do que costuma permanecer invisível, mas também como um cineasta disposto a assumir riscos formais e subverter convenções cinematográficas." - International Cinephile Society

"À sua maneira silenciosa e profundamente pessoal, Oliveira conta uma história sobre amor, companheirismo e até perda, explorando as possibilidades mais generosas e humanas da imaginação." - Micropsia

"Um filme silenciosamente devastador que mistura memória, imaginação e história pessoal" - The Columbist 

"Um filme que vai permanecer com você" - Universal Cinema

"André Novais Oliveira poderia ter se restringido ao romance e ofereceria ao espectador mais uma obra-prima de carinho e crônica cotidiana. Em contrapartida, preferiu se arriscar, como é importante a qualquer artista." - Meio Amargo

"A composição detalhada e carinhosa de um Novais apaixonado envolve-nos magneticamente, como se provará no decorrer do longa, nunca mais desejarmos soltar esse casal" - Coletivo Crítico

SINOPSE

No Brasil dos anos 1970, Contagem ainda é uma cidade em crescimento e o lar de um jovem casal apaixonado. Gilberto pede o perdão de Jacira pouco antes de um encontro inesperado mudar o rumo de suas vidas.

Cinquenta anos depois, Gilberto e Jacira estão juntos há quase cinco décadas. Casal carismático e gentil, na casa dos setenta anos, eles levam uma vida feliz apesar dos problemas de saúde que acompanham a idade, compartilhando quase todas as atividades do dia a dia lado a lado.

Quando Jacira é subitamente internada, Gilberto passa a vivenciar eventos perturbadores — numa espiral através do tempo e do espaço — que o conduzem rumo ao desconhecido.

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