Com um time de peso formado por músicos como Wagner Tiso, Nivaldo Ornelas, Jamil Joanes e Filarmônica de Minas Gerais, “Meu Amor, Minha Flor” chega às plataformas com clipe mostrando o encontro dos artistas
A gravação conta com a participação do icônico grupo Boca Livre e esse encontro está registrado em clipe. - Foto: Divulgação
Um coro de devoção e afeto. Assim desabrocha o novo single do cantor, compositor e violonista mineiro Helder Viana, “Meu Amor, Minha Flor”, que chega às plataformas digitais. A gravação conta com a participação do icônico grupo Boca Livre e esse encontro está registrado em clipe, já disponível no Youtube.
Assista ao vídeo:
- Essa é uma canção em homenagem a Nossa Senhora, como forma de devoção e amor eterno – conta Viana, que assina a composição.
O lançamento tem a colaboração de um time de peso. Entre os nomes que integram o projeto estão Wagner Tiso, Nivaldo Ornelas, Paulinho Braga, Eneias Xavier e a Filarmônica de Minas Gerais.
- Estou muito feliz com essa parceria! A ideia partiu do meu produtor Eneias Xavier, que pediu ao Juarez Moreira (violonista e guitarrista mineiro) que fizesse o contato com o Mauricio Maestro, do Boca Livre. E os músicos da Filarmônica de Minas Gerais também foram convidados pelo Eneias para o projeto – revela Viana.
Talento das raízes do Brasil
Oriundo de uma tradicional família de congadeiros, Hélder Viana nasceu no município de Oliveira, interior de Minas Gerais, em 1963. Iniciou a carreira artística em 1978, no festival da canção local, passando depois a residir em Belo Horizonte, para onde foi estudar e tocar em bares, em 1984. Participou do “I Seminário Brasileiro da Música Instrumental”, idealizado por Toninho Horta e realizado em Ouro Preto, em 1986. Nessa época, estudou violão com Amauri Aranha e trabalhou como percussionista em diversas bandas, como a instrumental Nhoc. No teatro, tocou em peças como “Zumbi”, “Os Saltimbancos”, “O Trem das Vertentes” e “Tempestade” (tendo feito a trilha sonora da última). Acompanhou diversos artistas, entre eles, Amelinha, Oswaldinho do Acordeon e Sivuca.
Em 1994, foi o vencedor do “I Festival do Tribunal de Justiça de Minas Gerais” com a composição “Búzios”, interpretada pela cantora Loslena e julgada pelo emblemático letrista Fernando Brant. Em 2001, lançou o primeiro álbum, “Cabrália”, com participações especiais do saxofonista Chico Amaral, do guitarrista Celso Moreira e do percussionista Sidinho Moreira. O show do disco percorreu o Sudeste por quase uma década e foi aclamado pela crítica, ganhando elogios de ninguém menos do que Milton Nascimento. Entre 2011 e 2013, realizou a sua primeira turnê internacional, passando por Portugal, Itália, Espanha, França e Inglaterra, registrada em dois DVDs. Após dois anos de pandemia, ele retornou aos palcos do Rio de Janeiro - onde não se apresentava desde 2019 - com um time de artistas renomados. Desde então, tem promovido diversos lançamentos musicais com artistas como Kiko Continentino, Flávio Venturini, Beto Guedes e Toninho Horta.
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